Já pensou em misturar neurociência e marketing? Pois é! Isso já existe.

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Christian Alencar

Com o grande aumento na quantidade de empresas que surgiram no mundo pós-revolução industrial, surge também a concorrência e pela primeira vez a necessidade de se diferenciar e de apresentar melhorias atinge os grandes empresários e donos de indústrias. É ai que nos deparamos com o surgimento de algo primordial nos dias atuais: o marketing.

               Marketing, segundo a AMA (American Marketing Association) é a atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que têm valor para os clientes, parceiros e sociedade em geral. Na prática, podemos entender que marketing, de forma bem simplificada é a atividade que auxilia a empresa através de um planejamento para que a mesma possa atingir seus objetivos. Mas, o que isso tem a ver com a neurociência? A neurociência investiga o funcionamento do sistema nervoso, em seu estado normal ou patológico, principalmente os elementos anatômicos e fisiológicos do cérebro, relacionando-os com outras disciplinas, como a teoria da informação, a semiótica, a linguística, e outras que se ocupam da observação das reações comportamentais, dos mecanismos de aprendizado e aquisição do conhecimento humano. Juntando esses dois campos nasce o chamado Neuromarketing. Neuromarketing é o novo campo do marketing que busca estudar o consumidor e seu comportamento de forma mais profunda do que uma simples pesquisa. Ele busca entender o consumidor através da sua essência para descobrir estratégias que o atingirão da melhor maneira.

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Atualmente o neuromarketing já está sendo aplicado em algumas áreas principais. São elas: Branding: Branding significa de forma simplificada gestão de marcas. O neuromarketing através de suas técnicas e pesquisas têm reunido informações capazes de fazer com que uma marca seja desenvolvida para se fixar cada vez mais na mente do consumidor. Design de produtos: Com o neuromarketing as empresas são capazes de entender a mente do consumidor e desenvolver produtos, embalagens e até serviços que provoquem estímulos automático e emocionais. Campanhas publicitárias: Muitas vezes somos impactados por campanhas que se tornam memoráveis e outras que nem sequer lembramos. Com o neuromarketing fica possível identificarmos o porquê desse fenômeno. A tomada de decisão: O neuromarketing demonstra como ambientes comerciais são capazes de influenciar totalmente nas nossas decisões e no nosso comportamento diante da compra.

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Portanto, vale a pena ficar de olho nesse novo campo de estudo, pois, além de muito atual ele promete grandes avanços e por consequência grandes resultados em relação a forma que nos comportamos no mercado. Entender a mente do consumidor pode contribuir de forma direta para o sucesso da sua empresa, uma vez que embasa as suas decisões, aumenta a eficiência das suas estratégias e diminui os riscos dos investimentos.

Ficou curioso e quer saber mais sobre esse assunto? O Site da UOL Economia (http://economia.uol.com.br/infograficos/2012/05/18/neuromarketing-veja-tecnicas-usadas-pelo-comercio-para-enganar-o-cerebro-e-fazer-o-cliente-gastar-mais.htm) preparou um “slide interativo” que demonstra algumas técnicas utilizadas para fazer o consumidor gastar mais. Caso você queira ver alguns cases reais o site da Exame possui um tópico inteiro sobre o assunto que com certeza vale a pena você dar uma conferida: http://exame.abril.com.br/topicos/neuromarketing.

    • Muito bom esse artigo, me ajudou muito a entender melhor sobre o assunto.

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